Uma banco que paga aos consumidores que reciclam seu lixo

RecycleBank: programa de recompensa consegue triplicar as taxas de reciclagem das regiões participantes.

 

Uma “cutucada extra de incentivo verde”. É assim que a executiva Melody Serafino define o RecycleBank, programa que recompensa consumidores que descartam corretamente seu lixo. O apelo econômico gera resultados surpreendentes. Segundo a porta-voz da empresa, em poucos meses, é possível triplicar as taxas de reciclagem nas regiões que aderem ao sistema.

Em frente às residências dos moradores inscritos no programa,  é colocada uma caçamba de lixo high-tech que possui uma câmera para gravar cada descarte realizado. No dia determinado da coleta, caminhões adaptados com uma tecnologia de medição especial pesam as caçambas de lixo, e o volume de material reciclado é convertido em pontos que são automaticamente registrados na conta do morador.

Esses pontos são resgatados na forma de cupons vale-compra, que podem ser trocados em estabelecimentos conveniados. São mais de 20 categorias, de comércio à serviço, como lojas de roupas, produtos esportivos e eletrônicos, restaurantes, concessionárias de carro, centros de estética e saúde.

Criado há seis anos, o RecycleBank está presente em mais de 500 comunidades, em 26 estados nos Estados Unidos e no Reino Unido. “Já conseguimos recolher mais de 284 mil toneladas de material reciclável, evitando a emissão de 870 mil toneladas de CO2, o equivalente a 10 milhões de árvores”, diz Melody.

As famílias participantes do programa conseguem receber até 200 dólares por ano. Se preferirem, podem doar seus pontos acumulados para o programa “Escolas Verde do RecycleBank”. Eles são convertidos em dinheiro para projetos ambientais em unidades de ensino.

 

Fonte e texo:

Imagens do dia!

Minha homenagem à todos as espécies de animais do mundo!! Lindos, respeito e amo vocês todos.

A satisfacão do afago...

 

Socorroooooo!!!

Comecei a semana vendo cenas fortissímas de animais sendo torturados, vídeos do PETA ,  que de tão chocantes, nunca tive coragem de chegar ao final deles.

Eu realmente fico triste de ver essas cenas grotescas. Quando vamos ter respeito por esses animais?? Quando essas torturas vão acabar?

Sei que muitos se sentem assim como eu, e de certo modo me sinto responsável por esse massacre.
Muitos desses animais vão parar nos nossos pratos, vestuário, sapatos etc. Pense que para fazer o couro do seu sapato, vários animais morreram ou foram muito maltratados pelos seus criadores para fazê-lo.

É preciso mudar a forma como esses criadores tratam os animais!!!

Se não podemos parar com esse massacre, devemos pelo menos exigir dos governantes leis mais severas e regras para criação de animais para abate, e definitivamente proibir maus tratos e abusos.
Já passou da hora. Questionem-se! Pensem na cadeia produtiva das coisas que vocês consomem, e não compre produtos de empresas que não tenha uma conduta de acordo com a sua. Com essa prática você vai acabar percebendo que “comprar coisas” é menos importante do que seres vivos. Você vai dá mais valor ao meio ambiente, aos animais, as árvores, aos seus vizinhos…e ao macro universo que vivemos.

 

Um projeto eco-friendly em São Paulo

Blog para acompanhar o projeto na rede

 

 

O Projeto Casa Container objetiva desenvolver e difundir novas técnicas construtivas utilizando contêineres marítimos como estrutura principal, sempre evidenciando o caráter ecológico desse tipo de construção. Vencer as dificuldades técnicas que se apresentam e propor soluções eficientes, “eco-friendly” e práticas, sempre utilizando um design e arquitetura de alto nível é o principal tema do projeto.

Prevista para ficar pronta em janeiro de 2011, cinco meses após o início da construção, a Casa Container Sustentável foi projetada e está sendo construída pelo arquiteto Danilo Corbas para ser sua moradia.

Utilizando tecnologias disponíveis no mercado brasileiro, o projeto tem superado os desafios técnicos inerentes a esse tipo de construção (Green Building), aliando eficiência ecológica e confortabilidade, numa clara demonstração de que sustentabilidade, design e qualidade de vida podem conviver harmoniosamente na construção civil e contribuir para minimizar seu impacto ambiental.

Diversos recursos ecologicamente corretos estão previstos no projeto:

• Reutilização de materiais para estrutura da casa – (containers marítimos)
• Respeito ao perfil natural do terreno
• Impermeabilização de, no máximo, 15% do terreno
• Reuso de água da chuva
• Aquecimento Solar de água para chuveiros e torneiras
• Pintura em micro partículas de cerâmicas
Telhado Verde
• Uso de ventilação cruzada nos ambientes
• Uso de louças sanitárias com botoeira dupla
• Eficiência energtica: uso de iluminação em LEDS
• Uso de Salamandras para aquecimento do pavimento inferior com aproveitamento
do duto da chaminé para aquecer dormitório superior
• Área para separação do lixo reciclável
• Área de horta e pomar
• Uso de paredes em Drywall e isolamento em lã de pet, objetivando menor
quantidade de entulho na obra, o uso de materiais recicláveis e melhor desempenho
termo acústico.

 

Impacto ambiental da construção civil

Estudos internacionais demonstram que a construção civil precisa evoluir seus métodos e adotar práticas de construções verdes que ajudem a preservar os recursos naturais e a sustentabilidade do planeta:

– A construção civil consome entre 20% e 50 % do total de recursos naturais consumidos pela sociedade.

– A construção civil consome cerca de 2/3 da madeira natural extraída, sendo que a maioria das florestas não é manejada adequadamente.

– Matérias-primas tradicionais da construção civil, como o cobre e o zinco, têm reservas escassas mapeadas.

– A produção de materiais de construção gera poluição causada pela poeira e CO2.

– A construção civil é o maior gerador de resíduos de toda a sociedade. O volume de entulho gerado pela construção e demolição é até duas vezes maior que o volume de lixo sólido urbano.

 

Parabéns ao arquiteto e a iniciativa desse projeto tão bacana!

Para quem quiser acompanhar a construção da casa, segue o endereço do blog: http://projetocasacontainer.ad7comunicacao.com.br

 

Eficiência energética x desperdício

Qualquer atividade em uma sociedade moderna só é possível com o uso intensivo de uma ou mais formas de energia.

Dentre as diversas formas de energia interessam, em particular, aquelas que são processadas pela sociedade e colocadas à disposição dos consumidores onde e quando necessárias, tais como a eletricidade, a gasolina, o álcool, óleo diesel, gás natural, etc.

A energia é usada em aparelhos simples (lâmpadas e motores elétricos) ou em sistemas mais complexos que encerram diversos outros equipamentos (geladeira, automóvel ou uma fábrica).

Estes equipamentos e sistemas transformam formas de energia. Uma parte dela sempre é perdida para o meio ambiente durante esse processo. Por exemplo: uma lâmpada transforma a eletricidade em luz e calor. Como o objetivo da lâmpada é iluminar, uma medida da sua eficiência é obtida dividindo a energia da luz pela energia elétrica usada pela lâmpada.

Da mesma forma pode-se avaliar a eficiência de um automóvel dividindo a quantidade de energia que o veículo proporciona com o seu deslocamento pela que estava contida na gasolina originalmente.

Outra fonte de desperdício deriva do uso inadequado dos aparelhos e sistemas. Uma lâmpada acesa em uma sala sem ninguém também é um desperdício, pois a luz não serve ao seu propósito de iluminação.

Também um veículo parado em um engarrafamento está usando mais energia do que a necessária por conta do tempo que fica parado no congestionamento.

Outros fatores mais sutis explicam muitos desperdícios. Um construtor barateia a construção não isolando o “boiler” e os canos de água quente, pois quem pagará pelo desperdício será o consumidor.

Vale notar que esses efeitos se multiplicam à medida que a energia vai migrando por todos os setores da economia.

Por que se desperdiça energia?

Uma lâmpada incandescente comum tem uma eficiência de 8% (ou seja, 8% da energia elétrica usada é transformada em luz e o restante aquece o meio ambiente). A eficiência de uma lâmpada fluorescente compacta, que produz a mesma iluminação, é da ordem de 32%.

Como o preço da lâmpada eficiente é entre 10 a 20 vezes mais caro do que a comum, a decisão de qual delas comprar dependerá de fatores econômicos que consideram a vida útil de cada uma e a economia proporcionada na conta de luz.

Os cálculos para tomar a decisão acima não são triviais. Exigem o domínio de ferramentas de matemática financeira desconhecidas pela maioria dos consumidores.

A seleção de equipamentos e sistemas mais complexos pode ser mais difícil ainda. Esta é a razão pela qual muitos consumidores usam inadequadamente todas as formas de energia.

Aspirador Que Veio Dos Oceanos

Cinco aspiradores de pó foram revestidos com plástico coletado nos oceanos da Terra para nos lembrar de um dado importante: a maioria dos resíduos plásticos descartados no mundo vai parar no mar, onde ele é difícil de ser recolhido e reciclado.

Com este problema em mente, várias organizações ambientais que têm sua atenção voltada à vida marinha se uniram à Eletrolux para coletar os diferentes materiais encontrados nas praias e em alto-mar, em diferentes pontos do planeta e criaram o projeto Vac From the Sea (“Aspirador Que Veio Dos Oceanos”, em tradução livre).

O resultado foram 5 aspiradores de pó, cada um deles recoberto por resíduos plásticos de uma região do globo: Mar do Norte, Oceano Índico, Mar Mediterrâneo, Oceano Pacífico e Mar Báltico:

Notem que o revestimento de cada um é bem diferente, pois o tipo de plástico encontrado também varia muito. No Oceano Pacífico, por exemplo, os detritos plásticos foram recolhidos nas praias do Havaí. Por lá, o plástico desbotou e “esfarelou” devido à ação do sol e do sal marinho. Os detritos encontrados eram, principalmente, brancos e azuis porque as cores mais brilhantes geralmente atraem os animais, que os confundem com comida.

Já no do Oceano Índico, o plástico veio principalmente de redes que ficaram presas em corais em alto-mar. O material encontrado foi prensado, cortado em tiras finas brancas e coloridas e fixado na carapaça do aspirador de pó.

Os Vac From The Sea foram feitos com um modelo de aspirador de pó que é produzido com 70% de plástico reciclado. Ele não é 100% feito com material reaproveitado porque a Eletrolux alega que falta plástico em terra para tal operação. A empresa irá leiloar um dos aspiradores sustentáveis e investir o dinheiro em pesquisas para diminuir a quantidade de plástico nos oceanos – e aumentar a quantidade de material disponível para reciclagem.

Texto: Lívia Aguiar

Fonte: Planeta Sustentável

As colunas de fumaça de Cherepovets, Rússia

Visão da fumaça espelida pela siderúrgica Severstal - foto: Elena Chinarina

Circulou em diversos sites essa semana um ensaio fotográfico mostrando as duras condições de vida em diversas cidades russas. As fotos abaixo são de Cherepovets, a maior cidade da província de Vologda, que fica a cerca de 8 horas de trem de Moscou. O principal motor da economia local é a siderúrgica Severstal, responsável pelas impressionantes colunas de fumaça em destaque nas imagens. A poluição que emite causa altos índices de câncer no nariz e garganta, problemas neurológicos, cardiovasculares, de tiróide; além de irritação crônica nos olhos e dores de cabeça, que afetam seus mais de 300 mil habitantes.

 

Um processo contra essa situação gerou uma sentença judicial exemplar. Em 1965, o governo russo decretou uma área de proteção sanitária em torno da usina de 1 km, prometendo ao mesmo tempo retirar todos os moradores que viviam dentro desse perímetro e realocá-los em outras lugares. O plano nunca foi à frente e, em 1995, Nadezhda Fadeyeva, já então com severos problemas de saúde causados pela poluição, acionou o governo, reinvindicando outra habitação. Nada aconteceu além de ser colocada em uma lista de espera.

Sua situação atraiu o interesse do European Human Rights Advocacy Center, sediado em Londres, que levou o caso a Corte Européia de Direitos Humanos. Essa, por sua vez, em 2005, deu ganho de causa à Nadezhda e ordenou que Federação Russa pagasse seus custos de realocação. De acordo com a Environmental Law Alliance Worldwide (ELAW), que deu consultoria jurídica à ação, “Esse caso facilitou futuras ações ao estabelecer que é um direito humano viver livre de poluição tóxica”.

 

Fonte: eco cidades